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Eu, Lástima

Um heterónimo que realça o lado mais cómico, crítico e lastimoso da vida de quem me decidiu criar.

Eu, Lástima

Um heterónimo que realça o lado mais cómico, crítico e lastimoso da vida de quem me decidiu criar.

Ode a Tim Burton, o pai do Halloween

28.10.20, Lástima
Não sei quanto a ti, mas eu acho que o Tim Burton devia ser o dono do Dia das Bruxas. Apesar de, inconscientemente, ser o autor de alguns dos meus traumas de infância, sei que ele é indiscutivelmente talentoso e não haveria melhor data senão esta para homenagear as suas obras tão marcantes. Acho que Halloween não seria Halloween sem os seus filmes e, por isso, venho deixar a minha seleção ideal para uma maratona comemorativa do 31 de outubro. Porém, primeiro quero explicar o (...)

Portal da Queixa 2.0

21.10.20, Lástima
A vida até pode conseguir ser bela e amarela, mas admitamos: nem tudo é um mar de rosas. E como eu já percebi que a vocação deste blog é ser o meu livro de reclamações de assuntos mundanos e que parecem não interessar a ninguém (apesar de uma parte de mim preferir acreditar que existem mais lástimas rabugentas neste mundo cruel, mas foram apoderadas pela vergonha), decidi listar alguns ódiozitos de estimação que tenho perante a generalidade humana. AÇACINAR A GARMÁTICAH D (...)

Dia Internacional do que nunca deve ser deixado para trás

14.10.20, Lástima
Acho que este, pelo menos até à data, é o post mais difícil que escrevi. Não por ser um tema complexo (coisa que é) ou por eu não ter formação sobre o que vou publicar aqui (coisa que, efetivamente, não tenho). Mas, apesar da falta de conhecimento académico, tenho sentimentos e, por isso, não queria que o dia 10 de outubro fosse deixado para trás. Esta data, para quem não conhece o seu significado, assinala o Dia Internacional da Saúde Mental. Desta forma, e por ser um tema (...)

Parabéns... para mim?

07.10.20, Lástima
Não sei se consegues acreditar, mas é verdade. Estou a ficar velha. Hoje marca o dia em que me nasceu mais uma ruga na testa e um cabelo branco só mesmo para celebrar a minha entrada nos 21 anos. Yey. 21. Aquela idade em que achava que teria a minha vida orientada mas, afinal, não poderia estar mais confusa e perdida no oceano profundo que é a vida adulta. Mas pronto. Não é de crises existenciais que quero falar. Já sabes que não vou para nova e que, daqui a nada, mais vale (...)

Snoop Not

30.09.20, Lástima
Segundo o Priberam, o dicionário de eleição da tua grammar nazi favorita, os vícios podem ser definidos como defeitos ou imperfeições, práticas frequentes consideradas pecaminosas ou dependências motivadas pelo consumo de determinadas substâncias. Okay, eu sei que isto mais parece uma aula de português, mas sinto que esta contextualização foi a forma ideal para abordar o tema que me sugeriram: cannabis. Oh sim, vamos falar do four twenty com antecedência - se bem que o (...)

Dores de cabeça coletivas

23.09.20, Lástima
Estive a pensar bem na minha vida e não. Não estou preparada para deixar de falar de coisas relativas ao regresso às aulas. Se calhar é nostalgia a mais ou responsabilidades reais a menos, mas se há altura para eu falar disto é esta. Tenho de me debruçar sobre toda a camada de nervos que se apanha quando se fazem trabalhos de grupo. Uma pessoa passa a vida a ouvir que os trabalhos de grupo são essenciais para nós enquanto futuros empregados e que é a sua conceção que nos (...)

Ponto final, parágrafo

16.09.20, Lástima
Como já deves ter reparado, eu escrevo com muitos pontos finais. Para mim é um sinal de pontuação que exprime frases declarativas e o cariz positivo, negativo ou neutro depende da entoação da frase e do contexto em que surge. Mas claro que nem sempre pensei assim. Por isso, hoje apetece-me desconstruir esta problemática - parece mesmo que sei do que estou a falar, não parece? Afinal de contas escrever com pontos finais é algo normal ou agressivo? Confesso que antes eu era uma (...)

Senhor Chófer, por favor!

09.09.20, Lástima
Depois de ter escrito sobre 3 dos anos mais marcantes da minha vida, reparei que houve um grande pormenor que deixei escapar. Melhor, não o deixei escapar - eu não tinha espaço para contar tudo o que sinto sobre ele. Por fazer parte do dia-a-dia de tantos de nós, agora numa altura de supostos recomeços só faria sentido desabafar contigo algumas das peripécias que já sofri na sua presença. Enfim, vou-me deixar de rodeios porque está na hora de falar do suplício dos transportes (...)

Eu vou, eu vou, para a faculdade eu vou

02.09.20, Lástima
Setembro é um mês de novos começos. Quase tão ou mais importante que o reveillon, é a altura em que novas etapas se iniciam. Uns voltam para a rotina, outros tentam estar a bordo do que vão ser os seus próximos meses (ou anos) e há sempre um misto de medo e entusiasmo.  Para nós, pessoas mega jovens inconsequentes que ainda se encontram na rotina "casa-escola/faculdade", setembro é a altura do regresso tão esperado - até passarem duas semanas e voltarmos a morrer de saudades (...)

Tatuar não é estragar

26.08.20, Lástima
Quero já dizer que quem é contra tatuagens tem demasiado tempo livre. Sim, eu sei que entrei a matar, mas se há coisa que não entendo é o preconceito (no geral) e esta semana quero falar dos anti-tattoos. Claro que eu poderia fazer este texto em nome de qualquer outra minoria, mas sinto que ainda não tenho capacidade de escrita suficiente para expor a minha opinião sobre discriminação e não quero expressar algo que possa ser mal interpretado. Por isso, decidi falar de tatuagens, (...)